Definitivamente, o financiamento coletivo pegou no Brasil.

Após o sucesso de plataformas generalistas, nas quais se pode apoiar todo e qualquer tipo de causa e projeto, o momento parece ser dos nichos. Primeiro, foi o Entretenimento, com ênfase em shows musicais; agora, é a Literatura que figura como protagonista do chamado crowdfunding.

Num país onde a cultura não tem o valor que merece e o acesso à leitura ainda é restrito, contar com o apoio de uma rede de colaboradores parece ser a saída perfeita para autores novatos ou independentes, geralmente ignorados pelas editoras e desprovidos dos recursos necessários para investimento em autopublicação.

A plataforma pioneira nesse segmento de crowdfunding literário no Brasil é a Bookstart, do Rio de Janeiro.

Embora as operações tenham iniciado há menos de um ano, a startup já contabiliza 12 livros publicados ou em processo de publicação. Isso representa um índice de sucesso de 60% de todas as campanhas veiculadas no site.

Em junho, a Bookstart lança seu 13º livro. “Histórias (Quase) Verídicas”, do jornalista Ricardo Mituti, é uma compilação bem-humorada de 18 contos de variedades que retratam situações e tipos bastante comuns do cotidiano. O prefácio é assinado pelo treinador de futebol e ex-jogador da Seleção Brasileira Paulo Roberto Falcão, de quem o autor é assessor de imprensa.

O sucesso de “Histórias (Quase) Verídicas” na plataforma surpreendeu Mituti e a própria Bookstart. Apenas na primeira semana de campanha, a obra já havia superado mais de 70% da meta de arrecadação. Os 100% necessários para garantir a publicação do livro foram conseguidos exatamente duas semanas após o lançamento do projeto.

Como na Bookstart todas as campanhas permanecem no ar, obrigatoriamente, durante 60 dias, todos os recursos que ainda forem investidos por colaboradores em “Histórias (Quase) Verídicas” irão se converter na impressão de novos exemplares e lucro para o autor e a plataforma.

“Indiscutivelmente, o financiamento coletivo literário é o modelo mais vantajoso para autores independentes”, opina o autor Ricardo Mituti. “Ainda que eu conseguisse uma editora que apostasse no meu projeto, por não ser um best seller eu dificilmente venderia em livrarias o número de exemplares comercializado durante a campanha. Com a Bookstart, na prática, não só vendo um bom número de livros como ainda posso receber mais pelos meus direitos autorais do que certamente receberia no modelo convencional.”

A tiragem on demand de “Histórias (Quase) Verídicas” será de aproximadamente 140 exemplares.

SUGESTÕES DE ENTREVISTA:
Bernardo Obadia, fundador e sócio-proprietário da Bookstart
Ricardo Mituti, autor de “Histórias (Quase) Verídicas”

Link da campanha de “Histórias (Quase) Verídicas”:
http://www.bookstart.com.br/historiasquaseveridicas

INFORMAÇÕES À IMPRENSA:
Samantha Leal
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