Foram mais de 300 projetos inscritos em todo o Brasil; apenas 30 foram selecionados para a fase Business Lab. Grupos SENSCAR e Moby Energy representam a Uninter no Paraná

Estimular o empreendedorismo e a inovação entre universitários por meio do modelo de startups: esse é o objetivo do Renault Experience. Neste ano, a edição recebeu 323 inscrições de todo o Brasil. Destes, apenas 30 iniciativas foram selecionadas para a segunda fase, chamada Business Lab, que iniciou nesta segunda-feira, 26. E a Uninter não está de fora: a instituição será representada por dois projetos, SENSCAR e Moby Energy.

De acordo com o professor da Uninter e orientador do grupo SENSCAR André Ziegman, agora os estudantes vão ter que mostrar que o negócio e os protótipos criados podem mesmo funcionar no mercado. “O nível de cobrança é mais alto, onde cada equipe terá que produzir evidências e enviar uploads pela plataforma”, explica. Cada entrega exigida pelo programa deverá acontecer semanalmente para que os grupos consigam garantir a pontuação relativa.

Divido em três fases, Ideathon, Business Lab e Aceleradora, os três grupos que conseguirem chegar ao final do programa com melhor avaliação vão receber R$ 30 mil para investir na sua ideia. “Nós desenvolvemos um protótipo que verifica se o condutor consumiu álcool e, se for positivo, desliga o veículo e o impede de colocar sua vida e de outros em perigo”, revelam os integrantes do grupo SENSCAR. Com baixo orçamento, contam, o desafio será provar aos jurados a viabilidade do projeto.

Encubar uma ideia, criar o futuro

Desde 2008, o Instituto Renault promove entre as universidades brasileiras o programa de inovação aberta. Nesta nova edição, o programa continua sendo um convite ao empreendedorismo universitário. Desta vez abrangendo todos os níveis de graduação, oferecendo uma trilha de conhecimento completo para guiá-los a identificar um problema, ter uma ideia e desenvolverem-se até virarem uma startup.

Iara Bovi e os irmãos Hugo e João Paulo Pizzini formam o grupo Moby Energy, representando a Uninter na segunda fase. A ideia principal do projeto surgiu a partir de uma observação comum do cotidiano. “Fiquei pensando em como os motoboys faziam para conseguir recarregar seus celulares em um dia corrido de trabalho”, explica Hugo. Na tentativa de encontrar uma solução, o grupo aliou a obrigatoriedade do uso do colete refletivo a um captador solar fotovoltaico que pudesse armazenar energia.

Com a proposta, qualquer aparelho eletrônico pode ser recarregado sem afetar a produtividade ou tirar a atenção dos motoristas. Para chegar à etapa final, explica Hugo Pizzini, o grupo Moby Energy se concentrará em criar estratégias que viabilizem o produto para o mercado. “Temos que ter maturidade para mostrar aos clientes nosso potencial”, finaliza.

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