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A proteção de qualquer marca industrial vai além do registro oficial. Por mais que a tudo esteja patenteada, que revolve casos de plágio, a boa prática da proteção de marca também envolve cuidados na gestão de resíduos, que envolve produtos que saiam com algum defeito na produção.

Uma embalagem coma paleta de cores errada arranha a imagem, passando a sensação de desleixo para o consumidor. Para garantir que o nome da empresa não tenha seus resíduos associados com materiais que podem gerar problemas ambientais e, consequentemente, uma péssima impressão diante os consumidores, blindando sua marca por todos os lados:

“Sempre teremos estas sobras de fábricas, resíduos que não podem ser utilizados ou até mesmo produtos mal-finalizados impossíveis de serem jogados fora. Existe todo um regramento que deve ser seguido para descaracterizar qualquer resíduo que somente uma empresa terceirizada consegue resolver com práticas de gerenciamento de resíduos eficientes” afirma Renato Pádua, Gerente Comercial da CWBem.

A espinha dorsal deste processo é efetivar todas as etapas necessárias para garantir procedimentos seguros, seguindo determinações legais. Uma solução terceirizada sabe exatamente o que deve ser feito e de que maneira.

Descaracterização de resíduos
De todas as etapas dentro de um plano de gerenciamento de resíduos, a descaracterização de resíduos passou a desempenhar um papel crucial justamente na proteção das marcas. A aplicação protege informações e a própria imagem da empresa quando estão impressas em embalagens e pallets, uma segurança extra que vale ouro.

É o processo que acaba com a possibilidade de comprometer a marca diante acidentes ambientais e vazamento de informações estratégicas. Já é considerada parte fundamental na gestão de resíduos quando é necessário destruir completamente qualquer indício de que a empresa possui envolvimento com materiais que precisam de um novo destino que não o consumo final:

“Já imaginou ver um monte de embalagens com o nome do seu negócio entulhando um terreno abandonado? Não pega bem em nenhum aspecto e pode gerar multas pesadas. É preciso saber o que faze4r com estas sobras” completa Renato.

Procedimento para qualquer produto
A prática mais comum para descaracterização destes resíduos é por picotagem e trituração. Dos diversos cuidados, com embalagens, por exemplo, Renato lembra do trabalho criterioso para, no caso de embalagens, separação do produto principal da embalagem:

“Vale para todos os materiais, inclusive os que são classificados como “perigosos”, como resíduos de serviços de saúde (RSS) e também do setor alimentício. Se o item precisa de descaracterização por não estar conforme o que era previsto ou por não ter sido aprovado no teste de qualidade, pode ser descaracterizado.”

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