19 out 2016

Administração profissional em empresa familiar já é uma tendência

A administração realizada de maneira profissional é um fato cada vez mais presente nas empresas familiares em todo o mundo, e essa tendência já chegou em muitas empresas brasileiras. Contar com uma administração nestes moldes traz benefícios, pois cria valores e fornece credibilidade perante o mercado. Eduardo Valério, diretor-presidente da JValério, especializada em empresas familiares, explica que a profissionalização começa pelo entendimento dos membros da família sobre os seus diversos papéis – como familiar, de sócio e também de gestor: “Este entendimento torna se pacificado através da presença em programas para o desenvolvimento da família empresária. Além deste perfeito entendimento dos papéis, os familiares frequentam cada vez mais os treinamentos

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13 out 2016

Avaliação do Conselho de Administração de uma empresa familiar

Todo gestor sabe – ou deveria saber – que o Conselho de Administração é fundamental para uma gestão eficiente da empresa por motivos como: – Contribuição do órgão na complementaridade da gestão da empresa e – Direcionamento estratégico de médio e longo prazos. Assim, avaliar o seu desempenho é papel chave para que essas contribuições do Conselho de Administração sigam eficientes no cotidiano da empresa familiar. A avaliação, que até então não estava tão presente nas práticas das companhias, já começa a ser mais frequente na avaliação de  Eduardo Valério, diretor-presidente da JValério, especializada em empresas familiares: “Esta é uma prática relativamente nova nas empresas brasileiras. Tão importante quanto avaliar

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19 set 2016

Processo de sucessão deve ser constante e com desafios

Quando o assunto é transição na empresa familiar a melhor maneira para saber se o novo líder está de fato preparado para assumir a presidência é criar desafios para este candidato. A empresa precisa de uma nova liderança e esses desafios precisam ser colocados quando o candidato ao posto ainda não tenha assumido todo o processo. Neste momento surge um grande problema: A empresa precisa de um novo presidente e não pode parar as suas atividades enquanto o novo postulante ao cargo se integra ao cotidiano da companhia. O que fazer então? Eduardo Valério, diretor-presidente da JValério, especializada em empresas familiares, explica que no Brasil existem empresas que adotaram um

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29 ago 2016

O grande desafio do novo presidente da empresa familiar

  Para garantir a perenidade da empresa familiar de maneira adequada é preciso que o todo o processo sucessório seja realizado paulatinamente e estruturadamente. Paulatinamente porque estamos tratando da escolha do novo líder de uma instituição – seleção esta que deve ser realizada através de um mapeamento inicial dos futuros lideres familiares desde a tenra idade. Estruturalmente porque o processo de sucessão deve passar por vários níveis e alinhamentos conceituais. Não existem dados estatísticos consolidados no Brasil sobre empresas familiares de médio porte, mas os processos sucessórios estão apresentando uma duração inferior a sete anos e em muitos casos a sucessão tem sido feita de maneira mais imediatista. Eduardo Valério,

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16 ago 2016

Fatores que contribuem para o insucesso da entrada de um membro familiar

Quando um sucessor assume uma posição na empresa familiar sem passar pelos processos adequados, é bem provável que muita coisa errada aconteça e assim comprometendo o futuro dos negócios e a perenidade de tudo o que foi criado durante anos.   Dentre os fatores que fatalmente darão errado em um processo de sucessão, Eduardo Valério, diretor-presidente da JValério, especializada em empresas familiares, aponta os mais comuns: 1 – Simplesmente desconhecer qualquer tipo de competência deste familiar, ou seja,  não há uma qualificação definida e apenas pelo fato dele ser da família, assume uma posição dentro da empresa; 2 –  Ainda um pouco derivado do primeiro problema, o ingresso na empresa

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20 jul 2016

As etapas para implementar a governança corporativa – do diagnóstico ao acompanhamento

Uma empresa que precisa adequar a sua gestão com as boas práticas de governança corporativa terá que criar tudo do zero – mesmo que tenha alguma governança. Isso ocorre, pois é impossível simplesmente aplicar regras sem conhecer a fundo a instituição, os gestores e executivos que estão inseridos na companhia. Eduardo Valério, diretor-presidente da JValério, especializada em empresas familiares, desenvolveu um modelo com base em metodologias de governança pesquisadas em empresas no Brasil e no exterior, amplamente testado na prática nas mais de 100 empresas em que a JValério já trabalhou ao longo de anos de mercado. Esse método é composto por quatro etapas: – Diagnostico do modelo de governança

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21 jun 2016

Quando é o momento de definir o processo de governança corporativa?

Quando falamos em Governança Corporativa, alguns gestores podem ter a falsa impressão de que se trata de modismo dos livros de gestão, mas não é. Ter um processo de governança é inexorável, pois a empresa será mais exigida em algum momento, e não é necessário ter milhares de funcionários ou milhões de dólares de faturamento: basta ter sócios, gestão e familiares, que são os pré-requisitos para montar minimamente um processo de governança que define papéis e responsabilidades destes sócios em relação ao negócio. E quando fazer isso? Eduardo Valério, diretor-presidente da JValério, especializada em empresas familiares, vai direto ao ponto: Desde o momento em que a empresa é criada: “O

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31 maio 2016

Vale o esforço para a recuperação judicial de uma empresa familiar?

Se antigamente as empresas familiares nem cogitavam uma intervenção para evitar a falência da sua companhia por simples vergonha ou orgulho, hoje o conceito mudou e o vergonhoso seria deixar a empresa morrer sem tentar fazer nada por ela. Eduardo Valério, diretor-presidente da JValério, especializada em empresas familiares, conta que quando chega um momento crítico a sua origem e causa são financeiros: “em uma empresa não familiar, as medidas drásticas são tomadas de forma mais rápida e radical.  A empresa familiar, pela sua própria cultura, tem relutância maior em fazer mudanças profundas na empresa com desligamentos expressivos e fechamentos de unidades de negócios. Em uma empresa familiar isto demora sempre

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16 mar 2016

A importância da troca de conhecimento entre as empresas familiares

Se em qualquer setor empresarial a interação é fundamental para o desenvolvimento das empresas e dos negócios, nas empresas familiares essa realidade não é diferente – e quem percebe bem este detalhe –  consegue crescer muito mais do que as empresas que se fecham totalmente. Uma das maiores autoridades sobre o assunto Eduardo Valério, diretor-presidente da JValério, especializada em empresas familiares, explicou que um dos pilares que norteiam os programas criados e desenvolvidos pela JValério em parceria com a  FDC – Fundação Dom Cabral é a interação entre os participantes dos encontros. “A essência é criar uma agenda de aprendizagem comum, principalmente quando se trata de empresas familiares, mas a

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19 jan 2016

Crie um Plano de Desenvolvimento Individual e vá cada vez mais longe

O Plano de Desenvolvimento Individual, ou PDI, nada mais é do que um processo que utiliza planos de ações para que um profissional avance até um estágio mais avançado. Em outras palavras, o PDI ajuda para que a jornada da carreira não perca o foco – afinal de contas, a vida é cheia de surpresas, não é mesmo? Este Plano de Desenvolvimento Individual faz (ou deveria fazer) parte do projeto de desenvolvimento pessoal e profissional de qualquer pessoa e nas empresas familiares não seria diferente. Para Eduardo Valério, diretor-presidente da JValério, especializada em empresas familiares, o PDI diz respeito ao antigo plano de carreira que as pessoas desenvolviam. A diferença

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